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    [segunda-feira, janeiro 26, 2004]

    22 Outubro 2003: Entrevista com Feher

    Húngaro acerta o passo na Luz para desfazer dúvidas
    Estou vivo!


    CHEGOU à Luz no início da época passada, determinado a virar a página negra do calvário vivido nas Antas. Por vários factores, os primeiros passos da caminhada encarnada não foram os esperados por si e pelos adeptos. «Acredito que as pessoas tenham sentido algumas dúvidas em relação ao meu valor », sublinhando que não terá sido olhado com a devida «paciência ». Apesar de tudo, em momento algum se arrependeu da opção tomada e sente-se feliz no Benfica e com «muito para dar». Perante um fulgurante início de temporada, Fehér soltou a alma em grande entrevista a A BOLA.

    A nova época trouxe consigo um ponta-de-lança renascido e motivado em afirmar-se de vez.
    — Quatro golos marcados até ao momento, três na SuperLiga e um na Taça UEFA. Em oito jornadas conseguiu quase tanto como na época passada, emque apontou quatro golos no campeonato...
    — É verdade. Na última época, depois de tudo o que tinha passado no FC Porto, com um ano de paragem, estava muito ansioso por regressar à competição. Esperava começar logo amarcar nas primeiras jornadas, mas não consegui, com excepção do jogo com o Moreirense, em que fiz um golo. Fiquei triste, mas mais tarde percebi que tinha de termais paciência. Depois tive a infelicidade de me lesionar com gravidade na altura em que mudámos de treinador. Andei muito em baixo durante três meses e meio, até porque pensei que a recuperação demoraria menos tempo. Voltei na parte final e no último jogo fiz um hat-trick, terminando a época de forma positiva. Se calhar foi uma recompensa pelo campeonato todo... Este ano tem sido diferente. Como qualquer avançado, preciso de jogar para ganhar confiança e isso tem acontecido. Agora quero olhar em frente.
    — Um dos seus objectivos no Benfica era provar que não o tinham conseguido destruir. Está a ser alcançado?
    — Sim, embora não tão depressa como pensava. Aos poucos, tenho provado que estou vivo e certamente as coisas vão melhorar ainda mais.
    — Esperava mais paciência?
    — Penso que as pessoas esperavam muito mais de mim quando cheguei ao Benfica, mas esqueceram o que tinha acontecido antes. Eu também queria fazer mais, mas sabia que não seria fácil recuperar daquele ano no F. C. Porto, não só em termos físicos mas também psicológicos. Tinha muita ansiedade em mostrar o meu valor, mas não consegui. Depois os adeptos perdem a paciência, já se sabe... Seguiu-se a lesão e só na última jornada voltei a mostrar algo. Acredito que as pessoas tenham sentido algumas dúvidas em relação ao meu valor, pensando que se calhar não seria tão bom jogador como inicialmente pensavam.
    — O facto de vir do F. C. Porto, com toda a guerra gerada, terá aumentado ainda mais o grau de exigência?
    — Sinceramente não sei, talvez... De repente, Nuno Gomes...
    — Quando assinou não contava também com a concorrência de Nuno Gomes...
    — É verdade, foi mais uma contingência. Vinha cheio de confiança e no intervalo do jogo de apresentação, como Grémio, entrou o Nuno... Não sou burro, tenho sempre os pés no chão, e percebi nesse momento que se calhar as coisas não seriam como tinha pensado, se calhar não seria eu a grande aposta para o ataque. Naquela altura o Jesualdo Ferreira disse-me que se tinha apercebido da minha cara, mas que não devia preocupar-me, tinha era de continuar a trabalhar. Foi o que fiz. A verdade é que, mesmo quando estive disponível, não foram muitas as oportunidades. Não sou aquele tipo de jogador que entra perto do final e altera logo a dinâmica da equipa, finta dois ou três... Sou um finalizador que precisa de jogar para ganhar confiança. Penso que provei isso em Braga.
    — Em algum momento se arrependeu de ter optado pelo Benfica?
    — Não, nunca. As coisas podem não ter corrido como pretendia no primeiro ano, mas foi um passo em frente.
    — Quando chegou ao Benfica afirmou sentir-se o homem mais feliz do mundo. Como se sente hoje?
    — Disse isso com sinceridade. Acho que às vezes as pessoas nem sonham o que passei no FC Porto... Continuo a sentir-me muito feliz, de cabeça limpa e com muito para dar, além de ter ganho ainda mais maturidade.

    Húngaro acerta o passo na Luz para desfazer dúvidas
    Húngaro acerta o passo na Luz para desfazer dúvidas

    Camacho tem muito carácter
    JOSÉ ANTONIO CAMACHO não conhecia bem Fehér e chegou a pairar o espectro da cedência, mas o ponta-de-lança permaneceu e tem merecido a confiança do espanhol. «Se entendesse que não tenho valor não faria parte do seu grupo. Há muito tempo que não via um treinador com tanto carácter », afirma o camisola 29, que sente o seu trabalho reconhecido. Sublinha que não está ainda na melhor forma e que pode «render mais».

    Os elogios a Camacho não são para espanhol ver. Percebe-se a sinceridade nas palavras.
    — No final da época passada sentia-se tristeza e desilusão na sua face e nas suas palavras. Nem festejou os golos com o V. Guimarães...
    — É verdade, tem toda a razão... Infelizmente as coisas não me correram como esperava. As expectativas eram boas mas não atingi os meus objectivos, que eram começar a jogar e a marcar... Queria muito, mas não consegui... Depois a lesão... Hoje compreendo que há passos que têm de ser dados com calma, mas na altura fiquei muito afectado, muito em baixo. Via a equipa a jogar bem e a ganhar, com o novo treinador, e eu sem poder ajudar. No último jogo fiquei feliz pelos três golos, mas tinha tanta coisa na cabeça que nem festejei. Era muita frustração para uma época só e, ironia do destino, terminava com um hat-trick...
    — Sente que Camacho acredita em si?
    — Sim. O ano passado era complicado porque não me conhecia, só regressei na parte final. Este ano, pelas oportunidades que me tem dado, penso que confia em mim. Temos um treinador com muito carácter e qualidade, isso é muito importante. Há muito tempo que não via um treinador com tanto carácter em Portugal. Procura sempre colocar em campo quem reúne as melhores condições. Se entendesse que sou fraco ou não tenho valor suficiente, certamente não faria parte dos seus planos.
    — Já está na sua melhor forma?
    — Ainda não. Sei que posso render mais.
    — Sente que tem dado razões às pessoas para confiarem mais em si?
    — Penso que sim, já demonstrei que podem confiar em mim.


    Postado por Kuska * 21:06

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